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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Artur da Távola



Para quem quer aprender a gostar


Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar:
aprenda a fazer bonito o seu amor.
Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito.
Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.
Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por aí.
Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.
Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.
Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.
Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e
tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam;
deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões.
Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça,
equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento
de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo; em geral
enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?

De que está tirando do gesta, da ação, da reação,do olhar, da saudade, da alegria do encontro,
da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera
do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse
pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.

Quem espera mais do isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito.
Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.
Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando;
não se cansar de olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações;
adiar sempre, se possível com beijos,“aquela conversa importante que precisamos ter”; arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.
Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível.
Quem ama bonito, não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como a criança
de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor; ame.
Siga o destino dos sentimentos aqui e agora. Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme.
Como: a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração;
contar a verdade d o tamanho do amor que sente. Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes,
espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge da sua emoção
e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.

Falando besteira, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do natal infantil.
Revivendo os carinhos que intui em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor,
ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições.
Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho.
Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar
do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

CHICKEN LITTLE



CHICKEN LITTLE

Um curta da Disney produzido em 1943, onde um pequeno franguinho é enganado por uma astuta raposa, que tem como principal objetivo devorar todos os animais da fazenda onde ele vive. O interessante é que a raposa engana a todos lendo um livro chamado “Psicologia”.

Da seguinte maneira:

 - Porque comer um se eu posso comer todos?

Leiamos! Para influenciar as massas dirija-se primeiro ao menos inteligente.
O franguinho com cara de idiota.
Leiamos! Se tiver que contar uma mentira não conte uma pequena, conte uma grande.
O céu esta caído!
Leiamos! Destrua a confiança do povo em seus chefes.
O Sr.Galo é desmoralizado por boatos.
Leiamos! Pelo uso da bajulação uma pessoa insignificante acaba se convencendo de suas qualidades de chefe. 
O franguinho é influenciado pela raposa a levar todos os moradores do galinheiro para a caverna. A onde ela faminta esperava pelo seu jantar.

O desenho retrata a psicologia que Hitler usava para convencer os alemães de seus ideais. Sem um final feliz, é uma das poucas produções da Disney onde isso acontece. 


Assista o video tem apenas 9 minutos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Bruce Lee


"Não se limite a uma forma, adapte-se e construa a sua própria, e deixá-la crescer, ser como a água. Esvazie a sua mente, ser amorfo, sem forma - como a água. Se você colocar água num copo, ela se torna o copo; Se você coloca água numa garrafa ela se torna na garrafa; se colocá-la num bule de chá, ela torna-se o bule. A água pode fluir ou pode falhar. Seja água, meu amigo."

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Hino á Razão



Razão, irmã do Amor e da Justiça
Mais uma vez escuta a minha prece
É a voz dum coração que te apetece
Duma alma livre, só a ti submissa

Por ti é que a poesia movediça
De astro e sóis e mudos permanece;
E é por ti que a virtude prevalece,
E a flor do heroismo medra e viça

Por ti na arena tragica as nações
Buscam a liberdade entre clarões;
E os que olham o futuro e cismam, mudos

Por ti podem sofrer e não se abatem
Mãe de filhos robustos que combatem
Tendo o teu nome escrito em seus escudos!

By: Antero de Quental

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sabedoria


"Talvez a virtude não seja outra coisa senão a gentileza da alma."

 "Pela casa do já vou se chega à casa do nunca. E pelos caminhos do agora se encontra declives do eterno."

"As lagrimas não doem o que as faz doer são os motivos pela qual elas estão caindo."

"Os que sonham de dia são conscientes de muitas coisas que escapam áqueles que sonham apenas à noite." 

"É fácil quebrar uma única flecha, mas é difícil quebrar um feixe de dez flechas."
"O trabalho é o médico da natureza e é essencial à felicidade humana."


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mutualismo



Pratica natural exercida pela natureza:
 
Sistema em que dois seres se ajudam mutuamente. Uma criatura maior com enfermidades tem ajuda de outra menor para que haja o extermínio de substancias indesejáveis. A criatura menor colabora para a saúde da maior e assim mantêm a sua sobrevivência.

Sistema aplicado aos humanos:

Uma pessoa de “maior autoridade” necessita de outra “menor”, para que retiradas sejam suas enfermidades. O porem neste sistema é o que menor é o maior e vise e versa. Porque ambos necessitam da colaboração para que haja vivencia. Este sistema seguido em sua verdadeira causa os operantes são iguais.
O Pai é o quem tem maior autoridade sobre seu filho, mas isso não significa que o filho é propriedade privada de seu Pai. Ambos necessitam de autonomia em suas escolhas e desta forma eliminam juntos os problemas que tanto os afligem.


"Achamos que amar nos da certos direitos ,mas a ironia do amor é que ele se baseia em renuncias .Temos que ceder ,temos que nos doar."

"A coisa mais importante que você aprendera 
é simplesmente amar  e ser amado."
 

RaenaDavid

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Voltaire






"Meus amigos, uma falsa ciência gera ateus, mas a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade..."
"Eu posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las"
" Para chamar belo a alguma coisa é preciso que nos cause admiração e prazer."
"O preconceito é uma opinião sem julgamento. Assim em toda terra inspiram-se às crianças todas as opiniões que se desejam antes que elas as possam julgar."
"Como é que um homem pode se tornar senhor de outro homem e por que espécie de incompreensível magia pôde esse homem se tornar senhor de muitos outros homens?"
"As opiniões causaram mais males do que a peste ou terremotos neste pequeno nosso mundo".
"Admiramo-nos do pensamento; mas o sentimento é igualmente maravilhoso."
"O segredo de aborrecer é dizer tudo."
"O abuso da graça é afetação; o abuso do sublime, absurdo. Toda perfeição é um defeito."
"A mentira é um vício apenas quando faz mal; quando faz bem é uma grande virtude."
"Aquilo a que chamamos acaso não é, não pode deixar de ser, senão a causa ignorada de um efeito conhecido".

 Voltaire

terça-feira, 23 de agosto de 2011

William Shakespeare lll




Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A lenda dos três irmãos - J.K. Rowling



“Uma vez três irmãos estavam viajando por uma rua deserta no crepúsculo” “Em tempo os irmãos acharam um rio muito fundo para atravessar e muito perigoso
para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos haviam aprendido as artes mágicas, e quando ele simplesmente acenaram suas varinhas, uma ponte apareceu acima da água em revolta. Eles estavam na metade do caminho quando perceberam que a ponte estava bloqueada por uma figura encapuzada.E então, a Morte lhes falou.Ela estava brava, pois tinha sido enganada por suas três novas vítimas, que tiraram dela os viajantes que morriam no rio. Mas a Morte, que era traiçoeira resolveu presentear os três irmãos por sua mágica e disse que cada um deveria pedir um prêmio por ser mais esperto que ela.
Assim, o irmão mais velho pediu a varinha mais poderosa que existisse, uma varinha
que sempre ganhasse os duelos para seu dono, uma varinha digna do bruxo que derrotou a Morte.Então a Morte foi até uma árvore, voltou e entregou a varinha para o irmão mais velho.
O segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que ele ia humilhar a
Morte até onde pudesse, e então pediu o poder de trazer pessoas de volta à vida. A Morte pegou uma pedra próxima ao rio e disse que com ela ele teria o poder de trazer pessoas da morte para a vida.E então a Morte perguntou ao irmão mais novo o que ele queria, e ele que era o mais sábio e humilde, não confiava na Morte. Então ele pediu alguma coisa que o fizesse deixar o lugar sem ser seguido pela morte. E ela, contra a sua vontade, deu a ele sua própria capa de invisibilidade.Então a Morte ficou parada e deixou os três irmãos continuarem seus caminhos, e eles seguiram conversando sobre a aventura e os presentes da Morte. Então eles se separaram e cada um foi por um lado.
O primeiro viajou por mais uma semana e encontrando um vilarejo distante desafiou
um bruxo com quem tinha uma desavença. Naturalmente, com a Primeira Varinha como sua arma não haveria como perder o duelo que se seguiu. Deixando seu inimigo morto no chão, o irmão mais velho seguiu para uma estalagem, onde ele se gabou da poderosa varinha que ele roubou da Morte, e como ela o fazia invencível.Uma noite, outro bruxo o pegou desprevenido, bêbado e deitado. O ladrão pegou na varinha e cortou a garganta do irmão mais velho.Assim a Morte pegou o primeiro irmão.
Enquanto isso o segundo irmão viajou até sua própria casa, onde ele vivia sozinho.
Então ele pegou a pedra que tinha o poder de trazer os mortos, segurou firme em sua mão e para se assombro e delírio, a figura de uma garota que ele tinha tido a esperança de casar, antes de sua morte repentina apareceu a sua frente. Ela estava fria e triste separada dele como por um véu. Ela tinha retornado ao mundo dos vivos, mas não pertencia a ele e sofria. Finalmente o segundo irmão ficou louco e se matou para poder de fato ficar com ela. E assim a Morte pegou o segundo irmão.Mas mesmo a Morte tendo procurado pelo terceiro irmão por muitos anos, ela nunca o achou. Até que finalmente, em idade avançada, o irmão mais novo deu a capa de invisibilidade a seu filho. E cumprimentou a Morte como um velho amigo, e foi até ela feliz, assim como fez em toda a sua vida.”

domingo, 21 de agosto de 2011

O que esta escrito em seu livro?



Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.
Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.
Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos.
Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante
O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.
Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.
É o espírito que conduz o mundo e não a inteligência.
Tenho o direito de exigir obediência, porque as minhas ordens são sensatas.
Conhecer não é demonstrar nem explicar, é aceder à visão.

(Frases do Pequeno Principe)